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Londres

 Conheça o restaurante Aquashard em um brunch britânico após um tour por Londres com a Keith Prowse

A Keith Prowse oferece inúmeras atrações em Londres como espetáculos clássicos, shows, tours pelos principais pontos turísticos da cidade e também roteiros completos com hospedagem.
Um lugar bacana para visitar e curtir a vista da cidade é o Aquashard, que é um dos seis restaurantes do prédio mais alto da União Européia, o The Shard. No 32º andar você entende porque o Aquashard recebeu este nome: inteiramente de vidro, a vista é de fato o prato mais convidativo do menu. De lá voce desfruta de uma vista panorâmica em 360º de Londres.

Comer e beber com a melhor vista de Londres não requer reserva, mas é preciso chegar cedo pra garantir uma mesa que vai render ótimas fotos. De lá voce avista o One Canada Square, que um dia já foi o prédio mais alto da Inglaterra, em Canary Wharf. Do outro lado do rio Tâmisa você também vai ver os muitos prédios do centro brigando por um lugar ao sol. Tudo o que voce verá de lá já valeu a visita, mas talvez os melhores lugares sejam os que têm vista para o Tâmisa, para a Catedral de St. Paul e para a BT Tower. Para conhecer esses lugares, consulte a www.keithprowse.com.br

Fonte: http://roteirosincriveis.uol.com.br/destinos/europa/inglaterra/londres/conheca-o-restaurante-aquashard-em-um-brunch-britanico/



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Londres

 Exposição de Sherlock Holmes traz passagem secreta e objetos do detetive. E a Keith Prowse te leva até lá!
Após ter o ingresso conferido, é o próprio visitante que empurra uma porta em formato de estante repleta de livros na mostra "Sherlock Holmes - O Homem que nunca Viveu e nunca Morrerá". A entrada, que imita uma passagem secreta, dá acesso ao universo de um dos detetives mais famosos da ficção.
Em cartaz no Museu de Londres até 12 de abril de 2015, a exposição entra no mundo daquele descrito como capaz de "resolver casos que a polícia e seus clientes consideram impossíveis de serem solucionados", mostrando sua relação com a capital inglesa, sem deixar de lado a literatura e o cinema.
Logo de cara, telas exibem imagens dos atores que interpretaram o papel - de Tom Baker (1982) ao atual Benedict Cumberbatch, da série "Sherlock Holmes", cuja terceira temporada foi lançada neste ano pela BBC.
Os mais aficionados ficarão loucos com raros manuscritos do escritor Arthur Conan Doyle, criador do personagem. Estão lá, por exemplo, páginas de "Um Estudo em Vermelho" ("A Study in Scarlet"), de 1885, e "A Casa Vazia" ("The Adventure of the Empty House"), de 1903. Próximo também está a edição original de 1891 com ilustrações de "Um Escândalo na Boemia" ("A Scandal in Bohemia").
A exposição percorre Londres de diferentes maneiras, sempre buscando a conexão com Holmes e seu amigo Dr. Watson. Em uma das paredes está a quinta edição do mapa ferroviário da metrópole, editado em 1892. É baseado nele que algumas viagens do detetive e seu colega aconteciam, a partir do famoso endereço Baker Street, 221B.
Em seguida, fotos da década de 1890 mostram como pontos turísticos londrinos, como o Parlamento, The Monument, Trafalgar Square e a National Gallery, eram há mais de um século.
O grande nevoeiro de Londres nessa época, resultado da intensa atividade industrial e do uso de carvão pela população em suas casas, tem um destaque especial. Um quadro do artista francês Claude Monet (1840-1926) mostra a região da ponte Charing Cross em tons amarelos, verdes e azuis, destoando do restante dos trabalhos em tons escuros (como acontece em um dia cinzento e nublado).
Nova geração
Também estão por lá objetos e roupas que foram usados por atores, expostos em uma vitrine em formato de U - bom para poder ver cada item de todos os ângulos.
Além de violinos, bengalas, roupões e máquinas de escrever dos anos 1900, o visitante encontra o sobretudo que o ator Benedict Cumberbatch utiliza na série da BBC, em que o detetive mora na Londres dos dias de hoje. Contemporânea, mas ainda carregada de mistério e suspense.
Consulte a www.keithprowse.com.br para ingressos para o Museu de Londres.
Fonte: Uol Viagens



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Londres

Palácio de Buckingham abre ao público com mostra sobre infância da realeza

A rainha Elizabeth 2ª passa tradicionalmente o verão, que no hemisfério norte acontece entre os meses de junho e setembro, na Escócia. É durante esse momento que parte do interior do Palácio de Buckingham, sua mais famosa residência (e também sede administrativa da monarquia britânica), está aberta ao público.

A visita a essa “pequena parcela” do palácio, que inclui escadarias, salas de visitas e seu enorme jardim, leva cerca de duas horas a duas horas e meia. No total, o edifício possui 775 aposentos, incluindo 19 salões de estado, 240 quartos, 78 banheiros e 92 escritórios.

Logo no início do tour, a entrada ao grande salão e a caminhada por suas escadarias em bronze fundido são acompanhadas por música clássica proveniente dos fones de ouvido do audioguia (com opção de narração em português do Brasil).

Há turistas para todos os lados, admirando os lustres de cristais, pisando inevitavelmente nos carpetes de cores fortes, observando as cortinas de seda... Cada um percorre os cômodos ao seu ritmo, mas existem momentos em que a aglomeração é inevitavelmente maior, como na sala do trono, por exemplo. É ali em que são realizadas fotos oficiais como ocorreu na ocasião do casamento do príncipe William e Kate Middleton.

Entre as salas de visitas, que recebem nomes de cores, a verde é utilizada pela rainha para atividades como recepções, jantares e concertos. Sua decoração tal qual é vista hoje, foi encomendada pelo rei George 4º (1762-1830), rei do Reino Unido de 1820 até sua morte, com o intuito de entreter e impressionar seus convidados. Pode-se dizer que ela mantém o seu objetivo até os dias de hoje.

Já na sala de visitas branca, destinada a recepções e audiências, o visitante será alertado da presença de uma porta “secreta” em uma de suas extremidades. Atrás do alto espelho e das colunas de bronze, há um corredor que dá acesso aos aposentos privados da família real.

Infância da realeza

Neste ano, uma exposição temporária mostra brinquedos, presentes e roupinhas de membros da monarquia quando crianças. É um dos pontos de maior concentração de parte do público, que suspira diante do que vê. No meio do tour pelo palácio, os visitantes são convidados a retirar seus fones de ouvido e observar com calma objetos que fizeram parte da infância de nove gerações da família real britânica ao longo de mais de 250 anos.

Abertura de verão do Palácio de Buckingham
Acontece até 28 de setembro de 2014

Diariamente, das 9h30 às 19h30 (entrada permitida até as 17h15), até 31 de agosto; e das 9h30 às 18h30 (entrada permitida até as 16h15), de 1 a 28 de setembro.

Vamos com a Keith Prowse?

Fonte: Rafael Mosna - http://goo.gl/IGNbY0



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Londres

 Pontes de Londres continuam a inspirar nos 120 anos da Tower Bridge

As pontes sobre o rio Tâmisa, fonte de inspiração de artistas e fascinação permanente para o público, ganham todos os olhares com uma nova e original exposição que coincide com o 120º aniversário da famosa Tower Bridge de Londres.
"Bridges", aberta de 27 de junho a 2 de novembro no Museu de Docklands, nos píeres do leste da cidade e parte do Museu de Londres, repassará em fotografias e obras de arte a história destas impressionantes construções, que marcam a paisagem urbana da capital britânica.

A vitoriana Tower Bridge é um dos mais conhecidos cartões postais do mundo: suas duas torres nas cores cinza e azul foram construídas em 1894 pelo arquiteto da City (antigo Londinium e atual centro financeiro da cidade), Horace Jones.

A Tower Bridge, ao lado da Torre de Londres, onde Henrique VIII executou duas de suas esposas, foi construída para ser um acesso à parte leste da cidade, onde ficava um importante porto, agora transformado no centro financeiro de Canary Wharf.
Todas as pontes até então tinham sido erguidas a oeste da Tower Bridge, a mais antiga da capital, cuja origem remonta à época romana.

Na mostra há uma fotografia rara do interior da Tower Bridge, inacessível para o público, tirada pela artista Lucinda Grange, que revela os túneis de cimento e "uma enorme câmara, onde é possível jogar uma partida de futebol", explicou na apresentação à imprensa.

Visite com a www.keithprowse.com.br
Fonte: Uol Viagens



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